Pessoas Eventualmente Tristes
Passada uma certa idade os juízos que fazemos sobre as pessoas são sempre demasiado tendenciosos para serem realmente fiáveis, mas há padrões que se repetem de pessoa em pessoa e por vezes as conclusões são inescapáveis.
Há um tipo de pessoas tristes que me faz uma tremenda impressão, não por terem qualquer tipo de estigma, mas sim por ser muito difícil perceber se são felizes de todo - se vivem nos intervalos daquilo que lhes acontece, ou se assumem que aquilo é a sua vida e continuam estoicamente a avançar, passo a passo, debulhando a palha que a vida lhes serve como se trigo fosse.
Metem-me alguma impressão, sim, não pela sua demonstrada força de vontade mas mais pela forma como se isolam, se dissociam (literalmente) dos outros, totalmente absortas nas tarefas mecânicas que vão executando até não poderem mais.
Não sei se não percebem que estão tristes, ou sequer se se apercebem que o parecem, mas nunca soube como lhes chegar e perceber se, afinal de contas, há algo mais para elas (e nelas) do que aquilo que deixam transparecer.
Há um tipo de pessoas tristes que me faz uma tremenda impressão, não por terem qualquer tipo de estigma, mas sim por ser muito difícil perceber se são felizes de todo - se vivem nos intervalos daquilo que lhes acontece, ou se assumem que aquilo é a sua vida e continuam estoicamente a avançar, passo a passo, debulhando a palha que a vida lhes serve como se trigo fosse.
Metem-me alguma impressão, sim, não pela sua demonstrada força de vontade mas mais pela forma como se isolam, se dissociam (literalmente) dos outros, totalmente absortas nas tarefas mecânicas que vão executando até não poderem mais.
Não sei se não percebem que estão tristes, ou sequer se se apercebem que o parecem, mas nunca soube como lhes chegar e perceber se, afinal de contas, há algo mais para elas (e nelas) do que aquilo que deixam transparecer.

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home